terça-feira, 18 de novembro de 2014

Garça-branca-grande:


Foto tirada por: Alice Emanuele. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.
 Nome científico: Ardea alba (Linnaeus, 1758).


Ordem: Pelecanimorfes.


Família: Ardeidae (Leach, 1820).










Características: Mede aproximadamente 90 centímetros, seu corpo é completamente branco, seu bico e pernas e pescoço são longos, o bico é amarelado e as pernas são escuras, a íris é amarela.Vive em grupos de vários indivíduos, vive à beira de rios, lagos e banhados, é migratória, migra até os andes nos períodos de cheias anuais ou pequenos deslocamentos locais.
Foto tirada por: Alice Emanuele. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.


Alimentação: Sua alimentação é preferencialmente baseada em peixes, mas pode se alimentar de pequenos roedores, répteis, insetos e até lixo. Extremamente inteligente, pode usar de pedaços de pão para atrair peixes, consegue engolir cobras e preás.

Foto tirada por: Alice Emanuele. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.









Reprodução: Na época reprodutiva tanto machos quanto fêmeas apresentam longas penas no dorso que recebem o nome de egretas, o ninho é grande e feito de gravetos, em ninhais que podem ter diversas espécies de aves aquáticas.

Foto tirada por: Alice Emanuele. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.





















Referencia: Wiki aves, Garça-grande-branca. Disponível em: http://www.wikiaves.com.br/garca-branca-grande. Acesso em: Novembro de 2014.

Raposa-do-campo:


Foto tirada por: Daniel Guimarães. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.
Nome científico: Lycalopex vetulus.


Ordem: Carnivora.


Família: Canidae.










Características: Animal de porte médio, mede aproximadamente 60 centímetros e pesa cerca de 4kg, seu pelo tem uma coloração marrom acinzentado, com uma linha negra na região dorsal mediana, possui parte das orelhas e das patas uma coloração amarelada, e o queixo branco, ela não é uma raposa verdadeira, ela tem o focinho curto e os dentes pequenos. Usam buracos de tatu como tocas e normalmente são diurnas, mas também podem estar ativas à noite, vive nas vegetações do cerrado e caatinga do Brasil.

Alimentação: Onívora, sua alimentação é predominantemente de insetos, de preferência cupins, mas também pode se alimentar de sementes, frutos, aves, pequenos mamíferos e répteis, na época da seca se alimenta mais de cupins e pequenos mamíferos, na época das chuvas se alimenta mais de outros insetos e frutas, sua dieta sazonal. 

Reprodução: É um animal monogâmico, o período de acasalamento começa a partir de junho e sua gestação pode durar até 50 dias, pode parir até 4 filhotes por ninhada, pode usar como abrigo ou ninho para seus filhotes tocas de tatu abandonadas, é um animal dócil, mas para proteger sua prole se mostra extremamente agressivo,os filhotes desmamam por volta dos 4 meses de vida, pode viver até 13 anos.


Referencia: Parque zoobotânico Arruda Câmara, Raposa-do-campo. Disponível em: http://www.joaopessoa.pb.gov.br/zoobica/animais/raposa-do-campo/. Acesso em: Novembro de 2014.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Veado campeiro:

Foto tirada por: Daniel Guimarães. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.
Nome científico: Ozotocerus bezoarticus (Linnaeus, 1758).


Ordem: Artiodactyla.


Família: Cervidae.









Características: Mede aproximadamente, 1,20m a 1,45m, ocorre mais em áreas abertas, como o cerrado, o macho adulto possui galhadas de 3 pontas, pode andar em pares ou em grupos, animal com maior atividade noturna, mas apresenta atividade diurna também, seu peso varia de 30kg a 40kg, produz um cheiro característico da espécie por glândulas, são odores fortes semelhantes ao suor humano.

Alimentação: Herbívoro, pasta em campos abertos.

Reprodução: A reprodução ocorre no período onde se tem maior abundância de alimento, os machos disputam as fêmeas com brigas.

Referencia: Ambiente fauna, Veado-campeiro. Disponível em: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/fauna/mamiferos/veado-campeiro_(ozotocerus_bezoarticus).html. Acesso em: Novembro de 2014.
Embrapa Pantanal, Veado Campeiro. Disponível em: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/917068. Acesso em: Novembro de 2014.

Quati:


Foto tirada por: Daniel Guimarães. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.
Nome científico: Nasua nasua.


Ordem: Carnivora.


Família: Procyonidae.










Características:  Possui focinho longo, olhos e orelhas pequenos, pêlos abundantes e compridos, inclusive na cauda, onde se notam anéis claros e escuros. Os membros anteriores são mais curtos e escuros que os posteriores. São sociais, vivendo em grupos de vários indivíduos, sempre fêmeas e seus filhotes. Os machos velhos podem ser observados solitários. Andam no chão ou sobre as árvores, sendo os deslocamentos nestas feitos com rapidez e habilidade. As principais atividades ocorrem durante o dia, mas à noite também se movimentam. Habitam florestas de porte alto e cerrado, formam grupos de 4 a 20 indivíduos, são animais diurnos, mas os machos adultos podem praticar atividades noturnas, seu peso varia de 3,5 kg a 6 kg, os machos são maiores que as fêmeas.

Alimentação: Frugívoros, mas eventualmente se alimentam de carne, a procura por alimento é feita pelo grupo que buscam na mata pequenas aves, frutas, insetos e até ovos, sua alimentação é basicamente a base de frutas, mas quando a escassez de futas aumentam sua dieta com animais. 

Reprodução: A época reprodutiva ocorre no período em que há abundância de frutas, as fêmeas constroem seus ninhos em árvores, o animal atinge a maturidade sexual com 2 anos de idade, o período de gestação é de 10 a 11 semanas, nascendo de 2 a 7 filhotes que pesam cerca de 100 g e abrem os olhos depois de 11 dias, com 5 semanas os filhotes saem dos ninhos, e com 15 meses tornam-se adultos. Podem viver até 15 anos.

Referencia: UCS(Universidade de Caxias do Sul) Jardim zoológico, Quati. Disponível em: http://www.ucs.br/ucs/zoo/plantel/mamiferos/quati. Acesso em: Novembro de 2014.
Fundação parque zoológico de São Paulo, Animais Mamíferos: Quati. Disponível em: http://www.zoologico.sp.gov.br/mamiferos/quati.htm. Acesso em: Novembro de 2014.

domingo, 16 de novembro de 2014

Vira-bosta:


Foto tirada por: Octávio Gabriel. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.
Nome científico: Molothurus bonariensis (Gmelin, 1789).


Ordem: Passeriformes.


Família: Icteridae (Vigors, 1825).








Características: Mede cerca de 20 centímetros, o macho adulto é preto-azulado, mas depende da distância e da luz do local, dependendo aparenta ser totalmente negro, a fêmea é marrom-escura. Habitam paisagens abertas como campos, pastos, parques e jardins. Entre junho e setembro são muito gregárias, concentrando-se em pousos noturnos comunitários ou buscando alimentos em gramados e áreas campestres com capim baixo. Nessas concentrações, é possível observar os machos ameaçando-se mutuamente com seu característico comportamento de apontar o bico para cima e caminhar em direção ao oponente com as penas brilhando ao sol. Sua vocalização atinge frequências inaudíveis para os seres humanos. Na serra gaúcha, migram de meados de fevereiro a meados de setembro. O nome popular de vira-bosta, vem da forma em que ele meche nas fezes do gado procurando por sementes. Também conhecido como pássaro-preto.

Foto tirada por: Octávio Gabriel. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.

Foto tirada por: Octávio Gabriel. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.
Alimentação: Alimenta-se de sementes e de insetos, costuma remexer fezes atrás de sementes mal diferidas.















Reprodução: Não constroem ninhos, a fêmea põe de 4 a 5 ovos em ninhos diferentes, ela pões os ovos em ninhos de outros pássaros, 1 em cada ninho. Os ovos são de colorido uniforme e com a casca sem brilho, branco-esverdeados, vermelho-claros ou verdes, ou ainda com manchas e pintas. O filhote nasce primeiro do que os filhotes do ninho parasitado, podendo expulsar os ovos ou até os outros filhotes, pois é maior do que  os filhotes do ninho parasitado, aumentando as suas chances de sobrevivência.





Referencia: Wiki aves, Vira-bosta. Disponível em: http://www.wikiaves.com.br/vira-bosta. Acesso em: Novembro de 2014.


Canário-da-terra-verdadeiro:


Foto tirada por: Octávio Gabriel. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.
 Nome científico: Sicalis flaveola (Linnaeus, 1766).


Ordem: Passeriformes.


Família: Thraupidae (Cabanis, 1847).








Características: Mede aproximadamente 13,5 centímetros e pesa mais ou menos 20 gramas. Tem coloração amarelo-olivácea com estrias enegrecidas nas costas e próximo das pernas, as asas e cauda cinza-oliva, a íris é negra e o bico tem a parte superior cor de chifre e a inferior é amarelada as pernas são rosadas, a fêmea e o jovem tem a parte superior do corpo olivácea com densa estriação parda por baixo, com as penas e cauda e tarso quase enegrecidos. Com 4 a 6 meses de idade, os filhotes machos já estão cantando, e levam cerca de 18 meses para adquirir a plumagem de adulto. Vive em campos secos, campos de cultura e caatinga, bordas de matas, áreas de cerrado, campos naturais, pastagens abandonadas, plantações e jardins gramados, sendo mais numeroso em regiões áridas, fora do período de acasalamento vivem em bandos, o macho tem um canto de madrugada bem extenso e áspero, diferente do canto diurno. O canto de côrte é melodioso e baixo, acompanhado de um display parecido com uma dança em volta da fêmea.

Foto tirada por: Octávio Gabriel. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.

Foto tirada por: Octávio Gabriel. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.
















Alimentação: Granívora, se alimenta de sementes no chão. O formato do bico é eficiente em esmagar e seccionar as sementes, sendo portanto, considerada predadora e não dispersora de sementes, mas ocasionalmente alimenta-se de insetos. Costuma frequentar comedouros com sementes e quirera de milho.

Reprodução: Constrói ninhos cobertos, na forma de uma cestinha, em lugares que variam desde uma caveira de boi até bambus perfurados, mas freqüentemente utiliza ninhos abandonados de outros pássaros, sobretudo do joão-de-barro. Pode fazer ninhos em forma de cesta em plantas epífitas (orquídeas e bromélias), em buracos de telhas e outros locais que ofereçam proteção. A fêmea põe em média 4 ovos que são chocados por 14 ou 15 dias.

Referencia: Wiki aves, Canário-da-terra-verdadeiro. Disponível em: http://www.wikiaves.com.br/canario-da-terra-verdadeiro. Acesso em: Novembro de 2014.


Anu Branco:


Foto tirada por: Alice Emanuele. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970
Nome científico: Guira guira (Gmelin, 1788).


Ordem: Cuculiformes.


Família: Cuculidae (Leach, 1820).









Características: Mede cerca de 38 centímetros, corpo franzino, cauda comprida, graduada e com fita preta, bico é forte e curto, cor de laranja, quando jovem é cinzento. O cheiro do corpo é forte e característico, perceptível para nós a vários metros e capaz de atrair morcegos hematófagos e animais carnívoros, quando empoleira arrebita a cauda e joga-a até às costas, anda sempre em bandos, são aves extremamente sociáveis. Sua vocalização é alta e estridente: “iä, iä, iä” (chamada e grito durante o voo); “i-i-i-i” (advertência); seqüência fortemente descendente e decrescendo de melodiosos “glüü” (canto); cacarejo baixo. Espécie sem dimorfismo sexual. Vivem em campos, lavouras e ambientes mais abertos, migram para regiões onde eram desconhecidos e tornam-se as aves mais comuns ao longo das estradas, seu voo é lerdo e fraco.


Foto tirada por: Alice Emanuele. Local: Embrapa Milho e Sorgo, 35701-970.



Alimentação: São carnívoros, se alimentam de gafanhotos, percevejos, aranhas, miriápodes etc,  podem predar também lagartas peludas e urticantes, lagartixas, camundongos e filhotes de outras aves. Pescam na água rasa; periodicamente comem frutas, bagas, coquinhos e sementes, sobretudo na época seca quando há escassez de artrópodes.

Reprodução: Os seus ovos são relativamente muito grandes, tem de 17 a 25% o peso da fêmea, os ovos tem coloração verde-marinho, uma rede branca calcária em alto relevo se espalha sobre toda a superfície. Tanto há ninhos individuais, como coletivos, a fêmea que construiu um ninho e ainda não começou a pôr os seus ovos, joga fora os ovos postos ali por outras fêmeas e joga também os ovos, quando a fêmea poedeira encontra o ninho onde quer pôr ocupado por outra ave. Os adultos nem sempre zelam bem pelos ninhos com ovos, abandonando-os e os filhotes deixam o ninho antes de poder voar, com a cauda curta, e são alimentados ainda durante algumas semanas. 

Referencia: Wiki aves, Anu-Branco. Disponível em: http://www.wikiaves.com.br/anu-branco. Acesso em: Novembro de 2014.